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Laboratorio de Arte em Movimento_ Salvador, Bahia - BRASIL



A Cia. Contemporânea de Intervenção Urbana - AFROSSà retorna a casa e traz na bagagem o reconhecimento da estética afro brasileira, no desenvolvimento da “Arte em Movimento” no Brasil e na Europa.

                                 
Criada em 2009 pelo coreógrafo Carlos Ujhama, após dez anos de pesquisa sobre a diáspora negra no Brasil e nas Américas, a AFROSSà como é mais conhecida, vem chamando a atenção e obtendo destaque no cenário nacional e internacional através das suas aparições, de forma inovadoras, valorizando as expressões afro brasileiras dentro do panorama das artes contemporâneas.
A companhia, que já possui dois trabalhos em seu repertorio: TUM Bà – O silêncio dos tambores (apresentado pela primeira vez no Espaço Xisto Bahia em comemoração ao mês de dança e no V° Circuito de Cultura da Chapada Diamantina, ambos em 2011), e AGOGO de PRATA ( apresentado na reabertura da sala principal do Xisto Bahia em 2010 e, destaque da Lavagem de Madelaine – 2011, Paris-França). Ambos sob a direção de Carlos Ujhama.

Carlos representa a terceira geração de discípulo de Raimundo Bispo dos Santos (Mestre King), e vem atuando no processo de desenvolvimento da linguagem da dança afro contemporânea da Bahia, seguindo os passos do seu mestre e das gerações de profissionais que antecedem a sua, como: Armando Pekeno, Rosangela Silvestre, Auguto Omolu, Elisio Pitta, Sueli Ramos, Paco Gomes e Antonio Cozido. Todos esses com reconhecimento pelos seus trabalhos em âmbito nacional e internacional.
É após a publicação do Catálogo de Culturas Populares e Identitárias da Bahia, em 2010, onde a AFROSSà obteve o reconhecimento do Centro de Culturas Populares e Identitarias – SECULT – Governo do Estado da Bahia como “Expressão Afirmativa da Identidade Negra, na dança e na música afro contemporânea”, que as possibilidades de diálogo com as diversas áreas das artes cênicas, no Brasil e exterior tomam rumo:

“Uma parte dos profissionais da cidade de Salvador desconhecem por completo as linguagens artísticas produzidas pela sociedade negra no Brasil. Ignorando ferramentas e tecnologias que, para aqueles que são de fora da cidade, vem se tornando uma estratégia para a construção de uma linguagem artística universal” Afirma Carlos!

Atuando fora do país desde 2008, Carlos Ujhama vem ampliando as suas qualificações artísticas à medida que se permite criar relações com outras tendências da arte contemporânea. Atualmente ele faz parte do SPAZIOSEME – uma sociedade independente, gerida por profissionais e artistas de varias linguagens, aonde vem atuando como professor de dança e produtor cultural.

- É exatamente isso que trouxemos para Salvador: um pouco do que se fazemos no SPAZIOSEME.

A ação criada por artistas internacionais na Itália chega ao Brasil!
Contact Wave – sessão criada pelos produtores Leonardo Lambruschin e Carlos Ujhama desembarca na cidade de Salvador, Bahia para 3 dias de laboratórios sobre a Arte em Movimento.
Criado no ano de 2012, com intuito de ampliar o quadro de atividades da 26° edição do AREZZO WAVE FSTIVAL, o CONTACT WAVE nasce como um projeto dedicado a diversas formas de expressão artística, dentro de uma ótica de encontro e trocas culturais, através de profissionais de fama internacional.
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Italiano:

Il laboratorio sulle arti in movimento è dedicato a diverse forme di espressione in un'ottica d'incontro e scambio artistico e culturale, attraverso la presenza di professionisti di fama internazionale, e propone percorsi intensivi per l'apprendimento e l'utilizzo del movimento, del ritmo e dell'immagine.


Il laboratorio si inserisce all'interno del progetto Contact Wave, nato in occasione del festival Arezzo Wave 2012 e ideato da Carlos Ujhama e Leonardo Lambruschini, un percorso di ricerca e scambio tra la cultura Afrobrasiliana e la danza Contact Improvisation, aperto anche a contaminazioni della danza contemporanea, africana e della musica percussiva.

Per l'edizione 2013, che si svolgerà nella città di Salvador de Bahia, Brasile, la compagnia AFROSSà e lo SPAZIOSEME ripropongono le stesse basi del progetto, integrando però anche le arti visuali attraverso la sperimentazione di tecniche di fotografia e video, per valorizzare la documentazione in immagini delle attività a livello internazionale.

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