Pular para o conteúdo principal

Agradecimento a todos aqueles que amo!!!


Rapaz!
O mês de fevereiro foi brilhante!
Encontro com meus familiares, com meu mestre de dança e com muitos amigos!
Porém, o melhor é poder estar escrevendo as historias que a vida nos proporciona.
A oficina de dança popular contemporânea, na Casa do Benin, dia após dia, tornava-se uma aula espetacular! Um verdadeiro universo de pessoas compareceu a esta atividade, assim com as atividades realizadas no Espaço Xisto Bahia.
Acabamos criando uma enorme familia. Como falou o nosso mestre King: esta montada a ONU da dança afro Soteropolitana.
Cinqüentenario de nossa fé!
Enriquecimento de amor!
Vontade de estar junto!
A benção meus pais...
Paz, saúde e vida longa a Ninna e Chell...
Caminhos abertos para todos!



Para visualizar as fotos e os bons momentos dessa temporada da AFROSSá, na Casa do Benin e no Espaço Xisto Bahia, acesse o link abaixo:
http://www.facebook.com/album.php?id=749153487&aid=339403

Estaremos de volta com nossas atividades a partir do dia 14 de março, na Casa do Benin, nos mesmos horários.

Bom carnaval!
Axé

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

OS PRETOS NÃO LÊEM!

Sociedade: OS PRETOS NÃO LÊEM! em 22 de Março de 2007 - 09:56 Linux - USA O lado triste deste artigo é que a sua essência é verdadeira. De fato, a verdade dói! Eu espero que isso possa criar uma motivação para que mais “pretos” não somente no senso étnico, identitàrio, cultural, religioso, filosófico, econômico, educacional, político, empresarial, artístico e todos os outros sentidos possam ir para frente, fazendo progresso reais. Carlos Ujhama – AFROSSà Cia. De Danças Populares da Bahia. - Chris Rock, um comediante negro disse, "os pretos não lêem". Não deixem de ler esse artigo é muito interessante. Para muitos dentre vós que escutaram o artigo que Dee Lee léu uma manhã nas ondas de uma estação de rádio de NY. Para os que não escutaram, este artigo toca profundamente. Um artigo pesado e escrito por um caucasiano (um branco). - Os negros não lêem e continuam a ser nossos escravos. Nós podemos continuar a escolher proveito dos negros sem esfo

Ano Novo, novas intenções!

Agradecendo ao que nos foi oferecido pelo universo, no ano que passou e, seguro que toda caminhada começa com o primeiro passo, continuamos a nossa afirmação como um ponto de referencia para as artes cenicas de matrizes africanas e afro-brasileiras. A nossa restrospectiva nos porta à um ano de fortalecimento e amadurecimento! Questões que nao gostaria de explicitar aqui, uma vez que nao háveria a oportinudade de confrontar com a classe artistica que nos segue e tanto colabora com esse projeto. O Moviemto Cultural Afro Brasiliero despedi-se da Europa, a nivél intelectual, pois, percebemos que o necessario a ser feito deve e precisa ser feito em solo brasileiro, para brasileiros. Estudiosos, pesquisadores, bailarinos, atores, musicos, etc. A quem possa interessar!! E, para começar-mos, manteremos os nossos seguidores informados das ações e realizações desses construtores: os pioneiros na perpetuação de uma linha de pesquisa, desenvolvimento e ação sobre a arte e movimento das matri

PROJETO SEXTA EM MOVIMENTO, APRESENTA:

AFROSSà - Dança e técnica afro Soteropolitana. Onde: Escola de Dança da FUNCEB Dia: 23 de abril Hora: das 10:20 as 12:50 Sala: 1 Inserida dentro da carga horária do Curso de Educação Profissional Técnica de Nível Médio em Dança, esta ação tem como principal intuito propiciar aos alunos, professores e comunidade interessada experiências que contribuam para a formação em dança e áreas do conhecimento correlatas. Trata-se, portanto, de um espaço de troca e construção coletiva de saberes baseado em atividades como: seminários, simpósios, palestras, conferências, debates, exposições, aulas, workshops, oficinas, apresentações e bate-papos. A AFROSSà, ou a dança afro Soteropolitana é um desenvolvimento de pesquisa em dança baseado nas movimentações de matrizes africanas, indígenas e européias constitutivamente, dentro do âmbito profissional, técnico, popular e acadêmico da cidade de Salvador, iniciado com a chegada do professor Clady Morgan – EUA e, obtendo desenvolvimento local at